topbella

28/07/2008

Liderança

"Natalie Gilbert, ganhou um prêmio e foi cantar o Star Spangled Banner, hino dos EUA, no jogo a NBA. Vinte mil pessoas no estádio, ela afinadinha. De repente... o braço tremeu, ela engasgou, esqueceu a letra... deu branco!!!

Treze anos. Sozinha, ali no meio...

O público estupefado ameaça uma vaia. De repente, Mo Edward Cheeks, técnico dos Portland Trail Blazers, aparece ao seu lado e começa a cantar, incentivando-a, e trazendo o público junto.

Bonita cena e - o que é mais incrível - ... só o técnico tomou a iniciativa de ir até lá para ajudar, enquanto os demais à volta dela só observavam estupefatos... Mostra como uma atitude de liderança e solidariedade, na hora certa, pode fazer uma grande diferença, para ajudarmos um ser humano e mudar a história do 'jogo da vida'. Será que isso já não aconteceu em nossas vidas? E a nossa atitude foi a do técnico Mo Cheeks ou da de todos que estavam ao redor, comum e de descaso?"

(Autoria do texto desconhecida)

Recebi esse email de minha amiga Raquel, da faculdade, e achei muito interessante. Muitas pessoas sabem ser solidárias, enquanto outras são implacáveis, principalmente se for para vaiar ou julgar as outras. Pensemos nisso!

video

23/07/2008

Férias

Nada melhor do que férias. É um ócio criativo. Dormir à tarde e encurujar à noite. Tocar violão, fazer ginástica sem se preocupar com o horário, arrumar e bagunçar o guarda roupa todo o dia, procrastinar momentos tediosos, rever amigos, namorar mais, ficar mais tempo com a mãe e levá-la pra baixo e pra cima (literalmente). Ir na rua, procurar chás, mercado fora de hora, ir no shopping só pra 'olhar', banhos demorados, risadas (muitas risadas), organizar o PC, baixar aquelas músicas, fazer receitas, estudar sábado (dessa eu não me livrei...). Ver sessão da tarde (isso é só pra quem pode), rezar um pouco mais, ir na casa dos primos e tios e etc, organizar churrasco com os amigos, participar da Feirinha do Bairro. Amo muito tudo isso...

16/07/2008

(In the Land of Women) Eu e as mulheres


Fui à locadora em busca de uma comédia romântica pra relaxar no domingo e achei um cartaz enorme com um filme estrelado por Adam Brody (que eu adoro!!). Nem pensei duas vezes e peguei. Quanto vi o título "Eu e as mulheres" achei que pudesse ser um besteirol, mas confesso que me surpreendi. Há pessoas que alugam filmes pela sinopse, outros pela capa, outros pelo tipo de filme. Confesso que, se gosto do ator ou da atriz, esqueço qualquer outra exigência. Vamos ao que interessa: Trata-se de um jovem escritor que, entristecido pelo fim de seu relacionamento com uma atriz em ascensão, resolve sair da badalação de LA para passar uns tempos com sua avó no subúrbio e se concentrar em seu trabalho (ele escrevia filmes pornôs). Sua avó, já com idade avançada e convicta de sua morte, necessitava de cuidados básicos e um pouco de companhia. Ao chegar lá, além da experiência de cuidar de uma senhora excêntrica e cheia de manias, o jovem conhece uma jovem mãe de família (Sarah) e suas duas filhas. Ao se aproximar dos conflitos interiores sofridos por diferentes gerações de mulheres, ele consegue se transformar, enquanto transforma a vida dessas pessoas também.
Uma das coisas que mais gostei no filme é o fato dele não ter fim. Achei isso o máximo porque confere um ar mais condizente com a realidade. Também adorei a simplicidade do diálogo e a sutileza da mensagem do filme, nada muito moralista, mas marcante. Pessoalmente refleti como podemos transformar a vida uns dos outros através de uma conversa ou uma pequena gentileza. Se deixarmos de estar abertos a sair da superfície, as pessoas passarão por nossas vidas despercebidas. Acima de tudo acredito que o diretor teve muita sensibilidade, pois é diante de um problema realmente grave que paramos para questionar tudo o que fazemos e o que somos, para ser igual, ser diferente ou indiferente...

13/07/2008

Pretérito dos quereres

Já quis ser a mais bela das belas
Já quis que parasse de olhar pra mim;
Já quis ter asas que me levassem além
Já quis morar debaixo da terra úmida;
Já quis encontrar esconderijos secretos
que amigos imaginários existissem
Já quis ser o 'ouvido' das paredes!
Também quis ser surda...

Já quis nunca envelhecer
Já quis ter netos
só pra mostrar meu filme predileto
Já quis que a chuva acabasse
Já quis noites geladas em dias ensolarados
Já quis ser a vilã, e consegui
Já fui vilã sem querer
Já quis ser o passarinho verde
E acabei como o cupido entediado ...

Já quis ser bipolar
Já quis que ninguém me levasse a sério
Mas já quis que me dessem crédito
e já quis falar ‘verdades’ ...
Já quis mentir e não consegui
ao menos pra mim mesma

Também já quis um milhão de amigos
Já quis apenas um em dias de choro
Já confiei sem poder confiar
e desconfiei quando devia
Já quis abraçar e abracei

Quisera eu saber o que ainda quero
Quisera eu adivinhar
o que meus quereres fizeram de mim
Contento-me hoje em saber bem o que não quero
Minha sorte é saber, enfim,
que não te quero longe de mim...

07/07/2008

News

Estou contente. Ganhei um violão novo, com caixa acústica e microfone. Foi uma surpresa do meu pai. Fora de época e tudo mais. O chato é que fico louca pra ter um tempinho pra me dedicar. Já esqueci como se toca... Perdi a pouca prática que tinha. Ah, o importante é se divertir né? Como a caixa acústica veio com fone eu não atrapalho ninguém!